Raquel Lopes

Autora Raquel Lopes

Nascida em Jaboatão dos Guararapes aos 13\12\1987, Raquel Lopes da Silva sempre se interessou pela literatura e música, artes em geral. Começou a escrever seus poemas e pensamentos aos trinta anos de idade, em janeiro de 2018, inspirada pela escrita de seu conterrâneo e amigo, o escritor Inaldo Tenório de Moura Cavalcanti. É estudante de filosofia e autodidata pela escola da vida.

Somente no ano de 2018, o ano de sua estreia no mundo literário participou de várias antologias: Brasilidade, Corolário da Alma, Cartas entre escritores todas pelo selo CavaloCafé; também das antologias cristãs Amor que redime e A marca da promessa pelo selo Barca Cristã, ambos os selos são da editora Porto de Lenha. Ainda pela Darda editora, participou da antologia Deusas, Tecendo Aldravias. Pela EHS EDIÇÕES participou da antologia Metropolitanos ao qual reúne poemas dos poetas pernambucanos. Pela RICO, participou da antologia Cicatrizes na alma. Participou do projeto Poesia de botão em Salvador\BA com o poema Meiguice em homenagem ao dia da criança. Participou também da antologia lusófona Luz de Natal pela SUI GENERIS, e da antologia Mulherio das Letras Comemorativa ao dia Internacional da Mulher pela IN-FINITA. Entre outras antologias.

Há trabalhos para ser publicado, dentre eles livros de poesia, infantil e prosa poética.

É acadêmica de número 233 na Academia de Artes, Ciências e Letras do Brasil e em Academias virtuais. Participa da revista literária virtual Eisfluências e EvidenciArt. E em saraus e grupos literários virtuais pela internet.

“O rio corre sem barragem, limpo é margem corrente,

nascente para se viver sossegadamente;

primo sempre à excelência de uma nova vida.”

( Raquel Lopes)

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Texto da Autora.

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A nos completar

Tu não és um enigma que não possa ser decifrado

Se não fores lido

Não serás encontrado

Pois à noite e suas audaciosas semelhanças com minha astuta desesperança despertam novas mágicas

Revelam notas nostálgicas de simpatia e de paz

O que é traduzido de ti nestes umbrais do templo?

Desfiles esculturais do entretempo

Singelos e de puro coração

São interpretados pela emoção

das estrelas

Entendimentos discretos do luar

A te olhar

visível quando vou te amar

legível a constatar

Entregar-me-ei à noite

A nos completar.

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